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  <subtitle>PR</subtitle>
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  <updated>2009-07-23T08:42:16Z</updated>
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    <title>post a abisar</title>
    <published>2009-07-23T08:42:16Z</published>
    <updated>2009-07-23T08:42:16Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://skyborg.blogs.sapo.pt/"&gt;&lt;strong&gt;J&amp;aacute; l&amp;aacute; estou&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;! Aquilo &amp;eacute; tipo casa de f&amp;eacute;rias de um tuga migra. Vou passar l&amp;aacute; uns tempinhos para relaxar e ver como me dou. Se me sentir t&amp;atilde;o bem e t&amp;atilde;o contente como no facebook, volto &amp;agrave; base que &amp;eacute; lugar seguro. &lt;br /&gt;A ber bamos. &lt;br /&gt;Ent&amp;atilde;o b&amp;aacute;. &lt;br /&gt;Veijos. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post(os) ali, coitadinhos!</title>
    <published>2009-07-20T21:25:16Z</published>
    <updated>2009-07-20T21:25:54Z</updated>
    <category term="balhamedeus!"/>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="color: #cc0000"&gt;&lt;span style="font-size: large"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.homotography.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size: x-large"&gt;BALHAMEDEUS!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <title>Post da mudança</title>
    <published>2009-07-19T20:31:53Z</published>
    <updated>2009-07-19T20:45:30Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img border="0" alt="Photobucket" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/Digital_Emotion_by_DynastyFlames-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pois minhas amigas e meus amigos, fiz um ninho novo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; que esteja farto do LJ, mas como n&amp;atilde;o tinha nada para fazer decidi criar um novo layout e experimentar novas casas. Peguei no mais&amp;nbsp;f&amp;aacute;cil de alterar, naquele que todo o maralhal usa por ser o mais&amp;nbsp;simples e o mais&amp;nbsp;intuitivo, sem as merdas complicadas do&amp;nbsp;CSS a esfrangalhar os&amp;nbsp;nervos,&amp;nbsp;e arranjei um cantinho&amp;nbsp;novo.&amp;nbsp;&lt;span style="color: #336600"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://skyborg.blogs.sapo.pt/"&gt;N&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;o ideia se vou passar a &amp;quot;viver&amp;quot; l&amp;aacute;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, mas j&amp;aacute; pedi &amp;agrave; empresa de transportes que me leve a mob&amp;iacute;lia. &lt;br /&gt;Por ter sido no S&amp;aacute;bado a rapaziada n&amp;atilde;o foi na conversa e fiquei com as cal&amp;ccedil;as na m&amp;atilde;o, sentadinho &amp;agrave; espera. &lt;br /&gt;Tem piada isto de alterar as moradas! Sentimos uma esp&amp;eacute;cie de calafrio digital perante a prespectiva ou a possibilidade de abandono do lugar a que nos habituamos durante uma data de tempo, mas &amp;eacute; ao mesmo tempo uma &amp;ldquo;atitude&amp;rdquo; saud&amp;aacute;vel e faz com que relativizemos muita coisa. Aceitamos, por exemplo, que n&amp;atilde;o temos nada importante para dizer e que, quem nos l&amp;ecirc;, a qualquer momento deixa de o fazer, porque somos substitu&amp;iacute;veis, porque somos dispens&amp;aacute;veis, quer queiramos, quer n&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Um dia um gajo qualquer, que disse uma colec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coisas importantes (e mesmo assim, esqueci-lhe o nome!), escreveu que todo o homem devia ter um c&amp;atilde;o para ser adorado e um gato para&amp;nbsp;ser desprezado. &lt;br /&gt;Mudar de plataforma equivale a ter um gato sem nunca&amp;nbsp;se&amp;nbsp;ter ouvido um puto de um latido.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>Post com 2 assuntos prementes</title>
    <published>2009-07-16T13:27:55Z</published>
    <updated>2009-07-16T13:43:51Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Pois minhas amigas e meus amigos, o que me traz aqui hoje s&amp;atilde;o dois assuntos que considero de import&amp;acirc;ncia capital. &lt;br /&gt;Vamo-nos a eles: &lt;br /&gt;O primeiro diz respeito a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://jornadas.blogs.sapo.pt/193710.html"&gt;post&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;do meu querido amigo jorninhas que fala das esplanadas de Paris. Aquilo irritou-me. N&amp;atilde;o discuto a qualidade liter&amp;aacute;ria do que est&amp;aacute; ali escrito. O puto escreve bem, n&amp;oacute;s j&amp;aacute; sabemos isso. O que me quilha ali &amp;eacute; a vis&amp;atilde;o que o rapaz tem de Paris. A cidade &amp;eacute; vista atrav&amp;eacute;s do olhar de um menino milion&amp;aacute;rio, capaz de comprar um rel&amp;oacute;gio Armani para o ver roubado pelo amante ocasional (o lar&amp;aacute;pio piegas&amp;nbsp;sai fodido do epis&amp;oacute;dio, como seria de esperar) ou que ignora e despreza o trabalho da irm&amp;atilde; &amp;ndash; cabra de servi&amp;ccedil;o - que lhe remodelou um apartamento inteiro &amp;agrave; custa de bal&amp;uacute;rdios. Um puto com uma pontada rom&amp;acirc;ntica enfiada no traseiro e cuja vidinha boa &amp;eacute; filtrada por uma esp&amp;eacute;cie de vidro fosco que deturpa o que realmente se passa &amp;agrave; volta e o faz seleccionar o que n&amp;atilde;o lhe caga a paisagem. Todos sabemos que adoro este gajo (embora fique fodido quando me acusa de ter mau feitio e rabujar por tudo e por nada. Eu guardo uns 10% de simpatia e amabilidade para usar em casos urgentes), mas n&amp;atilde;o entendo como &amp;eacute; que um tipo brutalmente inteligente n&amp;atilde;o percebe e n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; que Paris &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um esgoto a c&amp;eacute;u aberto onde a mis&amp;eacute;ria mais constrangedora cruza connosco em cada esquina! &lt;br /&gt;O que mais me confunde &amp;eacute; o facto de saber que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; real o que ele descreve. Paris tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; aquela cidade que ele v&amp;ecirc;. O que mais me fode &amp;eacute; eu n&amp;atilde;o a conseguir ver. O que mais me irrita &amp;eacute; a capacidade que o puto tem de iluminar tudo o que toca. N&amp;atilde;o tenho isso. Temos pena. Temos realmente muita pena. &amp;Eacute; por isto Jornadas, meu grande safado, que ningu&amp;eacute;m te consegue resistir. &lt;br /&gt;O segundo: &lt;br /&gt;Gostava da Floribela. Vi uma ou duas vezes e adorei aquela merda. N&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;o ideia porqu&amp;ecirc;, mas o facto &amp;eacute; que se conseguisse seguia s&amp;eacute;rie toda, mas tenho de confessar que de quem eu fiquei f&amp;atilde; foi da Luciana Abreu. Gostei de ver a mi&amp;uacute;da a crescer (sobretudo nas mamas) e aconselho a quem est&amp;aacute; deprimido a visita regular ao seu sitiozinho que parece ocupado, neste momento, por um preto, jogador de futebol. &lt;br /&gt;Bem sei que n&amp;atilde;o devia juntar no mesmo post o &lt;a href="http://jornadas.blogs.sapo.pt/"&gt;&lt;strong&gt;Jornadas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://luciana-abreu.org/"&gt;&lt;strong&gt;Luciana&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, mas confesso que me passou pela mona que os dois juntos faziam um par do caralho!&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post da Laurindinha no ALLgarve</title>
    <published>2009-07-14T12:41:17Z</published>
    <updated>2009-07-14T13:00:19Z</updated>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: larger"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&amp;laquo;Se for dar um passeio pela praia e se for nas minhas conversas com Deus, muitas vezes 'falo' em ingl&amp;ecirc;s. Sei que &amp;eacute; uma coisa completamente absurda, para a qual n&amp;atilde;o tenho explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. (...) Deus &amp;eacute; multilingue, mas talvez perceba que o ingl&amp;ecirc;s &amp;eacute; mais incisivo para certas coisas.&amp;raquo; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: larger"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff00ff"&gt;&lt;strong&gt;Laurinda Alves&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, em entrevista ao &lt;strong&gt;Sol&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post do orgulho e do preconceito</title>
    <published>2009-07-12T21:28:05Z</published>
    <updated>2009-07-14T12:46:07Z</updated>
    <category term="nas minas da panascada"/>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" style="width: 328px; height: 476px" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/untitled-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Este post s&amp;oacute; existe &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(refor&amp;ccedil;o a negrito)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; porque encontrei por acaso a imagem que o descreve &lt;/strong&gt;e n&amp;atilde;o resisiti a dar mais uma vez uns bitaites acerca de um assunto sobre o qual escrevi setenta e tr&amp;ecirc;s artigos (dei-me ao trabalho de os contar). A esmagadora maioria (80 a 90%) &amp;eacute; intrag&amp;aacute;vel e at&amp;eacute; eu tenho alguma dificuldade em entender, os outros v&amp;atilde;o passando despercebidos e s&amp;atilde;o ignorados convenientemente. &lt;br /&gt;Comecemos, minhas amigas e meus amigos, sentados e confort&amp;aacute;veis, porque isto vai demorar um bocado, mas vou tentar n&amp;atilde;o ser uma seca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At&amp;eacute; h&amp;aacute; pouco tempo tive uma conta no facebook. Foi com suspei&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a abri, mas j&amp;aacute; que l&amp;aacute; estava, achei interessante colocar aquilo como me agradava e mostrar o que considero em mim normal. &lt;br /&gt;Fui expulso da lista de um gajo no 2&amp;ordm; dia. Nada que me espantasse. O tipo pareceu-me, nos minutos em que fomos &amp;ldquo;comuns&amp;rdquo;, daqueles lingrinhas muito feios, fisicamente deplor&amp;aacute;veis, com nariz adundo, corte de cabelo miser&amp;aacute;vel, olhos pequeninos e remelosos, e l&amp;aacute;bios fininhos, que atingiram um determinado estatuto intelectual que os faz pensar que s&amp;atilde;o g&amp;eacute;nios (nada contra, talvez sejam!) e que essa caracter&amp;iacute;stica impede o comum dos mortais de os contradizer ou contariar. S&amp;atilde;o normalmente pat&amp;eacute;ticos, porque acabam convencidos que se podem mascara de Carmen Miranda nos jantares &amp;ldquo;alegres&amp;rdquo; onde saltita at&amp;eacute; nos foder os nervos, com uns caralhos de pl&amp;aacute;stico na cabe&amp;ccedil;a a imitar fruta, considerando que s&amp;atilde;o o cume do humor (e sobretudo do humor inteligente, para mal do nosso sistema nervoso) e obrigam-nos a achar piada ao facto de serem sempre mais pequeninos do que os outros. Um deste gajos naturalmente n&amp;atilde;o simpatizou comigo. Intelectualmente sou igual ou bem maior do que ele, s&amp;oacute; que tenho os tomates no s&amp;iacute;tio. O gajo tem-nos enterrados no cu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos pena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em frente. &lt;br /&gt;Ora o que aconteceu depois foi mais merdalhoso. Andava eu a serigaitar por ali, sem muito que fazer, quando dei de caras com um coment&amp;aacute;rio a uma merdice qualquer. Achei o coment&amp;aacute;rio muito agrad&amp;aacute;vel, simp&amp;aacute;tico e amistoso e, ao procurar o dono, encontrei um tipo (apenas a foto, porque exactamente como no meu perfil, tinha a restante informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o oculta) com um ar simp&amp;aacute;tico e inteligente, era &amp;ldquo;a cara&amp;rdquo; do coment&amp;aacute;rio que tinha lido. &lt;br /&gt;Que fez este vosso criado? &lt;br /&gt;Pois escrevi o que pensava: &amp;ldquo;&amp;Eacute;s um tipo simp&amp;aacute;tico. Gostava de ser um tipo simp&amp;aacute;tico&amp;rdquo; (foi uma merda assim, sem mais delongas) e desandei. N&amp;atilde;o esperava ter not&amp;iacute;cias do tipo. Aquilo foi apenas circunst&amp;acirc;ncial e de passagem, do tipo &amp;ldquo;ol&amp;aacute;, &amp;eacute;s fixe. Ainda bem que h&amp;aacute; gente assim.&amp;rdquo; &lt;br /&gt;Mas tive not&amp;iacute;cias do tipo, por interposta pessoa. O gajo tinha-me apagado, barrado e banido, fez com que eu n&amp;atilde;o tivesse sequer acesso &amp;agrave; fotozinha dele e &amp;agrave;s merdalhinhazinhas que tinha em privado e foi queixar-se ao amigo comum onde o coment&amp;aacute;rio tinha sido feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ent&amp;atilde;o eu tinha tentado o engate! Tinha procurado engatar um homem que &amp;eacute; um verdadeiro homem, caralho! Um exemplo hetero a seguir pelo gajedo. Um deus das pitas. Um gajo que &amp;eacute; gajo e que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; habituado a que o bichedo lhe dirija a palavra para o engatar com uma frase putalheira como a que usei: &amp;ldquo;&amp;eacute;s um gajo simp&amp;aacute;tico&amp;rdquo;. Um senhor, caralho! e um caralho de um senhor. Um tipo que se iria indignar, envergonhar e espoliar-se nos bons costumes, se visse que a minha p&amp;aacute;gina de fotos no facebook tinha quatro ou cinco minhas, a descer e a subir escadas e outra &amp;agrave; espera do autocarro, duas ou tr&amp;ecirc;s de amigos meus, a chegar ao aeroporto, algumas de s&amp;iacute;tios que gosto em Paris e uma foto de umas cuecas que, segundo parece agora, j&amp;aacute; devia ter levado a La Redoute ao tribunal por atentado &amp;agrave; moral ao publicar umas parecidas. Um gajo que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; habituado&amp;nbsp;&amp;agrave; trampa do &amp;ldquo;nosso&amp;rdquo; mundo, ou seja, de um mundo paralelo ao dele, onde andam bichas e comunistas a comer tipos inocentes, com dentes transformados em pilas e decididos a foder a santa institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o familiar e a vers&amp;atilde;o do santo-macho de que ele, gajo-homem, quer ser guardi&amp;atilde;o e reserva moral. Um gajo que n&amp;atilde;o pode ser &amp;ldquo;adicionado&amp;rdquo; por paneleiros, porque &amp;ldquo;parece mal&amp;rdquo; e iria confundir as pitas que lhe v&amp;atilde;o piscando o olhinho do cu. Um homem que vai dar um ralhete ao tipo que permite que o bichedo que o tipo conhece, o incomode com mensagens que lhe parecem obscenas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo me informam, um paneleiro com as minhas caracter&amp;iacute;sticas dizer: &amp;ldquo;&amp;eacute;s um tipo simp&amp;aacute;tico&amp;rdquo; equivale, conforme o lugar, a dizer &amp;ldquo;Quero dar-te uma queca, caralho!&amp;rdquo;. Isto &amp;eacute; do mais arrogante que h&amp;aacute;, do mais pulha, do mais hip&amp;oacute;crita, presun&amp;ccedil;oso, mentiroso, preconceituoso, convencido e homof&amp;oacute;fico que consigo imaginar. &amp;Eacute; magro, incivilizado, inculto, pobre, limitado e discriminat&amp;oacute;rio, patego e chunga, mas &amp;eacute; de verdadeiro homem, foda-se! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem-me ent&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o&amp;nbsp;estou&amp;nbsp;num Pa&amp;iacute;s qualquer.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Hello! Isto &amp;eacute; Portugal!&amp;rdquo; &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;Eacute; miser&amp;aacute;vel! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegaste ao aeroporto, em Lisboa? Chegaste &amp;agrave; Gare do Oriente? Ok! Podes escarrar para o ch&amp;atilde;o, podes empurrar as bichas drogadas para dentro de buracos e deixar que morram ali sem apelo nem agravo. Podes &amp;ldquo;barrar&amp;rdquo; e fazer de conta que est&amp;aacute;s ofendido porque uma bicha achou que eras simp&amp;aacute;tico, que tens outra bicha a defender-te a honra e a foder o ju&amp;iacute;zo ao infractor. Podes dar &amp;agrave;s crian&amp;ccedil;as, ao pequeno-alomo&amp;ccedil;o, migas-de-cavalo-cansado, p&amp;atilde;o embebido em vinho. &amp;Eacute; Portugal, hello! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupado?!&lt;br /&gt;- Hello! Isto &amp;eacute; Portugal!. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; justificar o med&amp;iacute;ocre. &amp;Eacute;, no caso que inicia esta lenga-lenga toda, colaborar com a homofobia subterr&amp;acirc;nea, n&amp;atilde;o imediatamente detectada, que grassa por todo o lado e que &amp;eacute; das mais perigosas que existe, porque permite, justifica, impulsiona, torna vi&amp;aacute;vel e mesmo invis&amp;iacute;vel, a mais dram&amp;aacute;tica: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andam a enforcar as bichas no meio da rua?! Hello! &amp;Eacute; no Ir&amp;atilde;o! &lt;br /&gt;Andam a mutilar as mi&amp;uacute;das adolescentes? Hello! &amp;Eacute; no Sud&amp;atilde;o! &lt;br /&gt;Andam a apagar p&amp;aacute;ginas na net? Hello! &amp;Eacute; na China! &lt;br /&gt;Andam a aceitar os casamentos homo?! Hello! &amp;Eacute; na Holanda! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me espantou, e de certo modo desgostou e desiludiu, foi a chamada de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o pi&amp;ccedil;alho que levei, ter partido de um amigo cibern&amp;eacute;tico de quem gostava muito. Um tipo inteligente que me parecia atento a todas as formas de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o sexual e a lutar contra elas. Pelos vistos, h&amp;aacute; que separar o &amp;ldquo;gado&amp;rdquo; e recolher o manchado ou&amp;nbsp; o malhado &amp;nbsp;nas cortes mais afastadinhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas paradas gay, h&amp;aacute; uma data de tipos a falar de orgulho (uma merda que nunca consegui entender. N&amp;atilde;o me orgulho de gostar de laranjas ou de detestar alho, caralho). Dizem tamb&amp;eacute;m estes marmanjos que s&amp;atilde;o eles a dar a cara pelos direitos n&amp;atilde;o sei bem de quem. Pelo que sempre me foi dado ver (sobretudo na &amp;uacute;ltima vez, aqui em Paris), sempre achei que em vez da cara, os tipos queriam era dar o cu. N&amp;atilde;o acredito que desfilar sambodrolescamente pelas avenidas, vestidos de tolas ou praticamente nus, a abanar as ancas, de tangas ex&amp;iacute;guas, com as pilas desenhadas por collants florescentes, aos guinchos e gritedos, a apalpar o cu uns dos outros, cheios de tusa, empoleirados em carros aleg&amp;oacute;ricos sa&amp;iacute;dos de surrealismos paneleiros, possam representar quem quer que seja e defender direitos seja de quem for. &amp;Eacute; divertido, carnavalesco, mundano, fixe, cat&amp;aacute;rtico, abre a possibilidade a umas quecas do outro mundo, mas os meus direitos n&amp;atilde;o podem, nem devem, nem nunca ser&amp;atilde;o defendidos ali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deviam principiar por ser defendidos numa escala menor, minorca, aparentemente in&amp;uacute;til e sem lantejoulas. O gajo que me &amp;ldquo;barrou&amp;rdquo; no Facebook e que foi queixar-se ao amigo que por sua vez me informou que eu era, talvez, &amp;ldquo;demasiado atrevido&amp;rdquo; para permanecer ali, devia ter sido denunciado por homofobia encapotada e caseirinha ou simplesmente ter sido aconselhado a levar no cu para experimentar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o foi. Decidi portanto sair e abandonar o ch&amp;aacute;. Ficou tudo, por ali, normalizado. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</content>
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    <title>post com o Tejo</title>
    <published>2009-07-11T19:22:11Z</published>
    <updated>2009-07-14T12:45:02Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" style="width: 414px; height: 326px" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/rejoremy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;You Can't Lay Down Your Memory&amp;quot; - Tejo Remy &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;J&amp;aacute; tenho um igual! Chegou ontem por um pre&amp;ccedil;o dez vezes menor do que aquele que imaginava! &amp;Eacute; lindo. Ainda n&amp;atilde;o me cansei de olhar pasmado para esta marabilha mailinda.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post peludo</title>
    <published>2009-07-07T10:09:03Z</published>
    <updated>2009-07-07T10:09:03Z</updated>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Tenho andado, h&amp;aacute; coisa de uma semana, a tomar um suplemento vitam&amp;iacute;nico do tipo bomb&amp;aacute;stico. Andava fracote, muito cansado, cheio de stress e mal disposto. Aquilo faz mesmo efeito e passei a turbo. O problema &amp;eacute; que tamb&amp;eacute;m me assanha a libido e ando com a p&amp;aacute;ssara aos saltos todo o dia e toda a noite. Tem raz&amp;atilde;o quem diz que estou com o cio. &lt;br /&gt;No entanto, minhas amigas e meus amigos, isto do Yves-Saint-Laurent ter lan&amp;ccedil;ado, h&amp;aacute; uns anitos largos, um cartaz publicit&amp;aacute;rio com um gajo branco como a cal, totalmente depilado (salvavam-se as sobrancelhas e o cabelito), esparramado em veludo, com um frasco de Opium ao lado, foi uma desgra&amp;ccedil;a completa para este vosso criado. A partir dali, todo o gajedo desatou a arrancar o p&amp;ecirc;lo. Com cera, &amp;agrave; picareta, &amp;agrave; martelada, &amp;agrave; pin&amp;ccedil;a, &amp;agrave; l&amp;acirc;mina, &amp;agrave; tenaz, ao alicate, a laser e a quanta merda h&amp;aacute;. Uma tristeza. &lt;br /&gt;N&amp;atilde;o vos vou dizer que ando &amp;agrave; procura do King-Kong ou at&amp;eacute; da Cheeta, mas, balhamedeus, uns pelinhos no s&amp;iacute;tio certo fazem um atrito muito agrad&amp;aacute;vel. &lt;br /&gt;Parece que uma semana depois do arranque da penugem aparece uma comich&amp;atilde;o do catano. &amp;Eacute; ent&amp;atilde;o que os gajos se besuntam com um creme qualquer para minorar as comichices. Ficam, portanto, com um ar &amp;ldquo;emplastificado&amp;rdquo;, muito brilhante e escorregadio. &lt;br /&gt;Justificam esta palha&amp;ccedil;ada com o facto do corpo ficar mais definido. O caralho! H&amp;aacute; corpos que mais vale n&amp;atilde;o se definirem muito e os finguelas, os magricelas, acabam uma mis&amp;eacute;ria depenada. &lt;br /&gt;N&amp;atilde;o seria mau de todo que quando pegassem na l&amp;acirc;mina para se raparem, tremessem tanto que decepassem a pila. Assim como assim, a partir dessa maldita onda, tenho sempre a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ando a dar umas quecas no Ken! &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post com bolas</title>
    <published>2009-07-06T12:33:23Z</published>
    <updated>2009-07-06T12:33:23Z</updated>
    <category term="balhamedeus!"/>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img height="591" alt="Photobucket" width="388" border="0" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/roger-federer_topless.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Roger Federer vence o torneio de Wimbledon e &amp;eacute; fotografado como deve ser: com uma fronha a tapar-lhe as trombas e o resto &amp;agrave; mostra, para regalo dos nossos olhinhos e a bem das nossas bolas. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <title>post revivalista</title>
    <published>2009-07-05T19:15:27Z</published>
    <updated>2009-07-05T19:19:25Z</updated>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: xx-large"&gt;&lt;span style="color: #ff00ff"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large"&gt;&lt;span style="color: #ff00ff"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.landoverbaptist.org/news1106/beautycontest.html"&gt;&lt;span style="color: #ff00ff"&gt;&lt;span style="font-size: xx-large"&gt;berdadeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: xx-large"&gt;&lt;span style="color: #ff00ff"&gt;&lt;strong&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <title>post com os melhores cumprimentos</title>
    <published>2009-07-05T18:49:22Z</published>
    <updated>2009-07-05T18:49:22Z</updated>
    <category term="sabias que...?"/>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img border="0" alt="Photobucket" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/6a00d8341c521553ef011570b9af8e970c-.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <title>post do vaticano</title>
    <published>2009-07-03T13:23:52Z</published>
    <updated>2009-07-03T13:28:45Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Bento XVI acaba de assinar um comunicado dirigido&amp;nbsp;aos crentes em que se informa que estar nu, enrolada na cama com algu&amp;eacute;m e a gritar com a p&amp;aacute;ssara aos pinchos: &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: #993300"&gt;&lt;span style="font-size: medium"&gt;&lt;strong&gt;OH! MEUS DEUS! AI! MEU DEUS! AI!&amp;nbsp;BALHAMEDEUS!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute; considerado ora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #336600"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: smaller"&gt;&lt;em&gt;PS &amp;ndash; grande post, hum?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post toureiro</title>
    <published>2009-07-03T09:39:34Z</published>
    <updated>2009-07-03T10:19:12Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Tenho uma amiga que &amp;eacute; uma das assessoras de imagem de um pol&amp;iacute;tico franc&amp;ecirc;s. Aprendi umas merdices engra&amp;ccedil;adas com ela. J&amp;aacute; sei, por exemplo, que se n&amp;atilde;o queremos parecer um enchido, na TV, n&amp;atilde;o devemos usar casacos castanhos e que quando nos sentamos em frente das c&amp;acirc;maras, temos de calcar com o cu as abas do casaco para n&amp;atilde;o nos desaparecer o pesco&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;Por altura das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es que fizeram do eng. S&amp;oacute;crates primeiro-ministro, est&amp;aacute;vamos os dois em Portugal sentadinhos a ver o in&amp;iacute;cio da campanha eleitoral. A determinada altura a mi&amp;uacute;da desistiu e toda certinha cagou a senten&amp;ccedil;a: &lt;br /&gt;- J&amp;aacute; ganhou e com maioria. &lt;br /&gt;Ora, minhas amigas e meus amigos, aquilo era uma afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o complicada. Estava tudo no princ&amp;iacute;pio e pareceu-me demasiado cedo para uma treta daquelas. &lt;br /&gt;Depois de indagada (eu tamb&amp;eacute;m indago) a mo&amp;ccedil;a perguntou-me se eu tinha visto a entrada do S&amp;oacute;crates no edif&amp;iacute;cio. Para vos dizer a verdade, n&amp;atilde;o tinha prestado grande aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ent&amp;atilde;o veio o chamado &amp;ldquo;pi&amp;ccedil;anho&amp;rdquo;. Eu s&amp;oacute; ou&amp;ccedil;o, mas ver, s&amp;oacute; vejo pilas. O S&amp;oacute;crates estava a usar um fato cinzento muito escuro, que lhe pareceu da Clinic, e um sobretudo discreto, preto. Nada errado. Nada contra. O tipo estava elegante. A Marie Louise chamou-me ent&amp;atilde;o a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o facto do candidato ter despido o sobretudo. &lt;br /&gt;Pois tinha, e?... &lt;br /&gt;&amp;hellip;e o forro, de seda, era de um vermelho bandeira muito intenso. A imagem de um homem discreto, reservado, um niquinho conservador, cuidado, inteligente e s&amp;oacute;brio, escondia, portanto, um valent&amp;atilde;o, corajoso e din&amp;acirc;mico, capaz das maiores ousadias e todo &amp;ldquo;pr&amp;aacute; frentex&amp;rdquo;. Tipo super-homem na cabine telef&amp;oacute;nica a rasgar o fato de Clark Kent. No inconsciente do populacho, aquela era a imagem certa. Contribu&amp;iacute;a para a vit&amp;oacute;ria. &lt;br /&gt;Falo nesta merda, porque o espect&amp;aacute;culo do Manuel Pinho me lembrou este epis&amp;oacute;dio. &lt;br /&gt;Este ministro da economia pareceu-me sempre competente. O trabalho na &amp;aacute;rea das energias alternativas era merit&amp;oacute;rio e, apesar do ALLgarve, a melhoria do n&amp;iacute;vel tur&amp;iacute;stico da regi&amp;atilde;o estava a ser bem orientada. &lt;br /&gt;Foi ent&amp;atilde;o que o ministro se armou em boi. &lt;br /&gt;O Senhor Engenheiro &amp;eacute; sem d&amp;uacute;vida um dos primeiro-ministros portugueses que mais controlo tem sobre o seu staff, mas nem isso aqui &amp;eacute; discutido. N&amp;atilde;o interessa. O que importa aqui foi o tempo de reac&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Engenheiro. Uma fa&amp;iacute;sca. Demiss&amp;atilde;o e substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o no espa&amp;ccedil;o de uma ou duas horas. Grande S&amp;oacute;crates que transformou em tempo &lt;em&gt;record &lt;/em&gt;uma falta de traquejo pol&amp;iacute;tico de um colaborador, numa quase vitimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do infractor e acabou por mostrar que, apesar de tudo, &amp;eacute; um tipo implac&amp;aacute;vel e que enfrenta as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es adversas com valentia e n&amp;atilde;o hesita em &amp;ldquo;sacrificar&amp;rdquo; um dos seus em nome do respeitinho e do bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;. Tudo a bem da na&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do bom-nome das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e do respeitinho que elas merecem. &amp;Eacute; que ali estava o povo, caralho! &lt;br /&gt;Mostrar o forro ainda resulta.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="text-align: center"&gt;&lt;strong&gt;in memoriam&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;lj-embed id="23" /&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <title>post ainda a propósito</title>
    <published>2009-06-28T18:28:41Z</published>
    <updated>2009-06-28T18:28:41Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img border="0" alt="Photobucket" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/renacenca.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <title>bad post</title>
    <published>2009-06-26T14:02:25Z</published>
    <updated>2009-06-26T14:02:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Tamb&amp;eacute;m lamento. Gostava do mo&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;Mas devo dizer que continuo a pensar que se o tipo fosse preto, tinha sido preso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post com um velho</title>
    <published>2009-06-24T11:30:19Z</published>
    <updated>2009-06-24T11:30:19Z</updated>
    <category term="nas minas da panascada"/>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Pois minhas amigas e meus amigos, parece que anda tudo doido com o facebook. &amp;Eacute; face para ali, book para acol&amp;aacute;, e este pobre deste cantinho fica desamparado. &lt;br /&gt;Como temos pena, vou debitando umas coisitas aqui para isto n&amp;atilde;o esmorecer. &lt;br /&gt;Pois, minhas meninas e meus meninos, tenho de vos informar (sinto esse dever, pois sinto) que ultimamente tenho convivido bastante com um senhor do cara&amp;ccedil;as. O velhote tem cerca de 90 anos, desloca-se em cadeira de rodas e, apesar de resmung&amp;atilde;o e rabugento, &amp;eacute; uma figura do caneco. Deu aulas numa das Universidades mais emblem&amp;aacute;ticas do mundo e &amp;eacute; um dos maiores linguistas da actualidade. Um g&amp;eacute;nio. &lt;br /&gt;O velhote simpatiza comigo e temos tido umas conversetas todas &amp;ldquo;&amp;agrave; maneira&amp;rdquo;. &lt;br /&gt;Um fofinho. &lt;br /&gt;Pois ontem saiu-se com uma merda que me atirou os queixos ao ch&amp;atilde;o. Desconhecia completamente a paneleirada e pensava ing&amp;eacute;nua e sinceramente, e sem qualquer ponta de homofobia da treta, que um membro das &lt;strong&gt;Minas da Panascada &lt;/strong&gt;tinha de ser uma tola coberta de penas e de caganitas na roupa, andar aos saltos, beber o licor com o mindinho no ar e dar uns guinchos como a querida Michelle Brito sempre que lhe aparecia pela frente um gajo em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &lt;br /&gt;Ora o pobre do velhote ficou com ar de peido quando soube (eu disse, a prop&amp;oacute;sito de qualquer merda) que eu era um grande Mineiro com doutoramento e p&amp;oacute;s-picareta. O tipo achava que n&amp;atilde;o havia por estas Minas fora, gajos com a masculinidade no s&amp;iacute;tio e que para se poderem safar s&amp;atilde;o obrigados a virar os holofotes para a pila e a escarrancharem a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas Minas nas trombas do populacho-alvo. &lt;br /&gt;O que me fodeu, n&amp;atilde;o foi a ingenuidade do velhote (essa at&amp;eacute; me enterneceu), foi o facto de o merdas pensar seriamente, e sem ponta de maldade, que eu tinha poucas hip&amp;oacute;teses de ser considerado um gajo inteligente. Achava o filho da puta que a Mineiragem era toda pat&amp;eacute;tica e pateta e, pior do que isso, FEIA e mal amanhada. &lt;br /&gt;Estou a pensar, na primeira oportunidade que apanhar, em atirar a cadeira de rodas com o velho l&amp;aacute; sentado, pelo escadario de Montmartre. Pelo menos, fico descansado: tenho a certeza que ali o velho encontra a paneleiragem&amp;nbsp;exactamente como&amp;nbsp;imagina. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>Post dos trampolineiros</title>
    <published>2009-06-23T10:19:01Z</published>
    <updated>2009-06-23T10:37:08Z</updated>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Tenho verificado que ultimamente tem crescido, em número e não em qualidade, o pessoal que manda os seus bitaites sobre tudo o que mexe. Não me incomoda nada, nem me tira espaço, mas irrita. &lt;br /&gt;Irritam-me sobretudo aqueles que parecem ser peritos em todas as matérias e em todas as áreas. Falam de Chomsky, mas conseguem perfeitamente discursar sobre a política externa Iraniana ou opinar acerca de outra merdice qualquer com grande verborreia e muito afinco. São aquilo que eu chamo os opinion makers trampolineiros (trampa + paneleiros). Aparecem no firmamento a cintilar e fazem como a Michelle Brito: estouram-nos os ouvidos com um gritedo do caralho de modo a confundir a bola e a desconcentrar o outro jogador. Não os gramo. São uma espécie de cavalgaduras emproadas que largam postas de bosta na avenida, mas que trazem os arreios polidos valentemente.&lt;br /&gt;Ó gente do caralho.</content>
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    <title>post em Cannes</title>
    <published>2009-06-18T18:26:31Z</published>
    <updated>2009-06-18T18:26:31Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="font-size: medium"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.monfestival.fr/index.php?v=14d2a885728605902b09d9411acc32da"&gt;(&amp;Eacute; que &amp;eacute; sempre assim!)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <title>post já com emprego</title>
    <published>2009-06-18T12:37:46Z</published>
    <updated>2009-06-18T12:37:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Se me disserem que o desemprego continua em curva ascendente pela Europa fora, eu nego. &amp;Eacute; mentira. &lt;br /&gt;Tenho um amigo (de quem gosto muit&amp;iacute;ssimo, por isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; caralhada pessoal) que ap&amp;oacute;s se lamuriar durante uma semanita da falta de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de sal&amp;aacute;rio, foi colocado hoje num dos grandes e mais prestigiados gabinetes da &amp;aacute;rea que lhe diz respeito. Tem direito &amp;agrave;s maiores mordomias e, fazendo as continhas, vai receber o triplo do meu ordenado! Assim, sem mais nem menos e do p&amp;eacute; para a m&amp;atilde;o beijada. &lt;br /&gt;Minhas amigas e meus amigos, o emprego n&amp;atilde;o falta. O problema &amp;eacute; que a esmagadora maioria do pessoal n&amp;atilde;o sabe que para o apanhar h&amp;aacute; que conhecer os podres de quem manda ou, melhor ainda, ter em carteira uma quantidade substancial de cart&amp;otilde;es de visita com o mesmo valor dos cart&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito platina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:livejournal.com:atom1:skyborg:143304</id>
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    <title>post elogioso</title>
    <published>2009-06-16T09:14:01Z</published>
    <updated>2009-06-16T09:14:01Z</updated>
    <category term="nas minas da panascada"/>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Uma merda com que eu n&amp;atilde;o lido nada bem &amp;eacute; com gajos que n&amp;atilde;o encaixam elogios. N&amp;atilde;o entendo. &lt;br /&gt;Eu dou-me muito bem com elogios. N&amp;atilde;o chegam para come&amp;ccedil;ar uma colec&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas tenho os que tenho guardadinhos, metidos numas redomas de vidro e quando me sinto em baixo vou fazer-lhes festinhas no cacha&amp;ccedil;o. &lt;br /&gt;Nas &lt;strong&gt;Minas da Panascada &lt;/strong&gt;ent&amp;atilde;o &amp;eacute; um corropio! H&amp;aacute; uma data significativa de tipos que me dizem (a mim que sou parco em elogios e s&amp;oacute; os distribuo quando s&amp;atilde;o mesmo sinceros) que n&amp;atilde;o engolem piropos com facilidade, que ficam constrangidos, todos enfiados, todos raqu&amp;iacute;ticos em frente a um louvor ou a um aplauso. &lt;br /&gt;Cag&amp;otilde;es! &lt;br /&gt;Esta pretensa incapacidade para encaixar um elogio sempre me soou a falsa mod&amp;eacute;stia ou, no m&amp;iacute;nimo, a um recalcado complexo de superioridade. Dizemos todos pimp&amp;otilde;es que um gajo &amp;eacute; bonito, que tem um cu fant&amp;aacute;stico ou que corta bem a relva e apanhamos nas trombas com um acanhado &amp;ldquo;ai, obrigado, mas n&amp;atilde;o me dou bem com essas coisas&amp;rdquo;. Isto dito com ar enjoado ou de gajo que pensa que &amp;eacute; o pr&amp;iacute;ncipe do Brasil que se escachou no Atl&amp;acirc;ntico. &lt;br /&gt;Nestas alturas, digo-vos, s&amp;oacute; me apetece mand&amp;aacute;-los foder e s&amp;oacute; n&amp;atilde;o o fa&amp;ccedil;o porque tenho receio de ouvir tamb&amp;eacute;m, logo a seguir, um suspiro desgra&amp;ccedil;adinho com o respectivo acompanhamento: &amp;ldquo;Ai, que n&amp;atilde;o me dou bem de cu pr&amp;oacute; ar!&amp;rdquo; &lt;br /&gt;Como me dou muito bem com ambas as coisas, acabo por ter pena &amp;eacute; de ter pouco.&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post do facebook</title>
    <published>2009-06-14T21:43:28Z</published>
    <updated>2009-06-14T21:43:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;N&amp;atilde;o tenho tempo nem para co&amp;ccedil;ar o cu nem para dar banho aos tomates, mas l&amp;aacute; me fui &amp;quot;inscrever&amp;quot; no facebook.&lt;br /&gt;Fico agora um&amp;nbsp;paspalho&amp;nbsp;a tentar alojar umas fotitas e a mandar uns bitaites sem nexo! Aquilo vai durar uma ou duas semanas antes. S&amp;oacute; at&amp;eacute; ser internado como descerebrado&amp;nbsp;imput&amp;aacute;vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caralho ta foda, Tiago!&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post motorizado</title>
    <published>2009-06-07T14:26:12Z</published>
    <updated>2009-06-07T14:34:05Z</updated>
    <category term="gente do caralho"/>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img border="0" alt="Photobucket" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/nm1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este gajo chama-se Narciso Mota. &lt;br /&gt;&amp;Eacute; presidente da C&amp;acirc;mara do Pombal e a prova de que parte dos Pombalenses ou Pombalinos (ou seja l&amp;aacute; que merda chamam aos habitante do Pombal) - &lt;em&gt;os&amp;nbsp;que o elegeram &lt;/em&gt;- &amp;nbsp;s&amp;atilde;o um bando de morc&amp;otilde;es sem vest&amp;iacute;gios de bom senso b&amp;aacute;sico e que de intelig&amp;ecirc;ncia s&amp;oacute; lhes resta a mais elementar, que lhes permite andar sem as quatro patas no ch&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;O senhor PRESIDENTE no discurso de encerramanto das Jornadas Ib&amp;eacute;ricas sobre Viol&amp;ecirc;ncia, Confer&amp;ecirc;ncia promovida pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Pais e Educadores para a Primeira Inf&amp;acirc;ncia, declara, e passo a citar: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(...) gostaria que houvesse terapeutas para tratar todas estas causas que d&amp;atilde;o origem a problemas complicados, (...) contraproducentes &amp;agrave;quilo que &amp;eacute; a ess&amp;ecirc;ncia da vida humana, toxicodepend&amp;ecirc;ncia, (...) homossexualidade e pedofilia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Mais &amp;agrave; frente diz: &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(...) N&amp;atilde;o se facilite, em termos democr&amp;aacute;ticos, aquilo que &amp;eacute; contranatura, aquilo que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; na ess&amp;ecirc;ncia daquilo que a gente pretende, em termos de hist&amp;oacute;ria, de dignificar aquilo que &amp;eacute; pessoa humana.&lt;br /&gt;(...) Encontramos neste mundo contempor&amp;acirc;neo muitos tipos de viol&amp;ecirc;ncias: a viol&amp;ecirc;ncia provocada por aquelas pessoas que s&amp;atilde;o toxicodependentes, a viol&amp;ecirc;ncia das pessoas que s&amp;atilde;o alco&amp;oacute;licas, a viol&amp;ecirc;ncia das pessoas sem rosto, sem car&amp;aacute;cter, sem &amp;eacute;tica, que mandam blogues an&amp;oacute;nimos, mandam cartas an&amp;oacute;nimas, entrando na privacidade das fam&amp;iacute;lias e das pessoas, a viol&amp;ecirc;ncia da pedofilia e a viol&amp;ecirc;ncia da homossexulidade, que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; em sintonia com aquilo que &amp;eacute; a raz&amp;atilde;o natural da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Ent&amp;atilde;o elegem um merdas que n&amp;atilde;o sabe escrever meia d&amp;uacute;zias de frases?! Um chouri&amp;ccedil;o que &amp;eacute; um atentado &amp;agrave; l&amp;iacute;ngua de Cam&amp;otilde;es?! &lt;br /&gt;&amp;Oacute; gente do caralho!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post com uma gaivota</title>
    <published>2009-05-28T14:16:57Z</published>
    <updated>2009-05-28T16:03:31Z</updated>
    <content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Pois minhas amigas e meus amigos, tenho andado longe disto. &lt;br /&gt;As coisas v&amp;atilde;o acontecendo e acabo por ir na corrente. &lt;br /&gt;Da&amp;iacute; n&amp;atilde;o me chega quase nada e o que me vem parar as m&amp;atilde;os n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada de espantar. &lt;br /&gt;Recebi um CD de um grupelho que canta &amp;quot;Am&amp;aacute;lia:hoje&amp;quot; ou &amp;quot;hoje:Am&amp;aacute;lia&amp;quot; (n&amp;atilde;o tenho por perto e pode haver confus&amp;atilde;o). Foi logo ouvir uma das minhas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es favoritas, uma das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es da minha vidinha. &lt;strong&gt;Gaivota&lt;/strong&gt;, com um poema do caneco de quem todos n&amp;oacute;s sabemos. Pois, minhas amiguinhas e meus amiguinhos, achei uma merda. &lt;br /&gt;Lembro-me que h&amp;aacute; muito tempo ouvia uma vizinha do Jornas (por falar nesse gajo, informo que o puto j&amp;aacute; est&amp;aacute; a viver em Paris), pianista, que tocava constantemente o mesmo Nocturno de Chopin. Aquilo era um massacre. A mo&amp;ccedil;a tinha t&amp;eacute;cnica e aquilo brilhava como um brinco, mas n&amp;atilde;o passava. N&amp;atilde;o se aguentava aquela merda. O problema n&amp;atilde;o estava na repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tema. A rapariga falhava numa treta qualquer que n&amp;atilde;o consegui decifrar at&amp;eacute; ouvir a Maria Jo&amp;atilde;o Pires a executar exactamente o mesmo Nocturno. Fiquei esclarecido. &lt;br /&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; pelo facto da mo&amp;ccedil;a do CD abrir todas as vogais da can&amp;ccedil;&amp;atilde;o e parecer que est&amp;aacute; a atirar ovos contra um muro. Borrava a parede e pronto. O que se passa &amp;eacute; que Am&amp;aacute;lia canta aquilo com um dor de alma que at&amp;eacute; nos arrepia os dedos dos p&amp;eacute;s e se pegamos, mesmo cheios de boas inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es, naquela &lt;strong&gt;Gaivota&lt;/strong&gt;, h&amp;aacute; que o fazer com tomates e com uma puta duma alma do tamanho do eu-sei-l&amp;aacute;. N&amp;atilde;o adianta dizer aqui ao menino que n&amp;atilde;o, que &amp;eacute; apenas uma vers&amp;atilde;o, que n&amp;atilde;o &amp;eacute;, nem de longe, nem de perto, uma aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Am&amp;aacute;lia, que aquilo &amp;eacute; uma actualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da can&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma nova roupagem que &amp;eacute; entregue ao tema e bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;-bl&amp;aacute;. Am&amp;aacute;lia cantou &lt;strong&gt;Gaivota&lt;/strong&gt; sem abrir as vogais e deu no que deu. &amp;Eacute; melhor estar quieto quando nos apetece fazer uns trocados jeitosos e certos &amp;agrave; custa de obras-primas. Sai-nos a Nossa Senhora de F&amp;aacute;tima de porcelana e cara de parola em vez da original em cima da oliveira toda luminosa, casada com o chefe e muito tunig. &lt;br /&gt;Mas n&amp;atilde;o sou cr&amp;iacute;tico musical e portanto quero que se foda. Ou&amp;ccedil;o Am&amp;aacute;lia e cago no resto.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>post de merda</title>
    <published>2009-05-14T21:36:05Z</published>
    <updated>2009-05-14T21:36:05Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://photobucket.com"&gt;&lt;img border="0" alt="Photobucket" src="http://i162.photobucket.com/albums/t275/skyborb/comoseescondemosiraquianosdosameric.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;mas muito emaill&amp;aacute;vel, porque &amp;eacute; gira&amp;ccedil;o&amp;nbsp;e oportuno.&lt;/div&gt;</content>
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    <title>Post pacificador</title>
    <published>2009-05-13T21:36:06Z</published>
    <updated>2009-05-13T21:39:09Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;span style="color: #cc0000"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: large"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Calma! &lt;br /&gt;Calma! &lt;br /&gt;Muita calma! &lt;br /&gt;Que ningu&amp;eacute;m se desgrace, caralho! &lt;br /&gt;Isto n&amp;atilde;o h&amp;aacute;-de ser grave, minha gente! &lt;br /&gt;S&amp;oacute; que comigo n&amp;atilde;o se tem passado a ponta de um corno! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</content>
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